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Monica Albuquerque é uma cantora na tradição das grandes intérpretes. Seu timbre - um soprano cristalino de matizes bem colocados – apropria-se de canções de estilos variados e faz releituras que só os artistas de personalidade musical definida e estilo próprio conseguem realizar com encanto.

Iniciou sua “caminha musical” por volta dos 18 anos, enquanto fazia o curso de Biologia na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Filha de músicos eruditos, passou sua infância “dormindo” com Bach e “despertando” com Vivaldi. Seus pais tinham o hábito de improvisar pequenos concertos, nos quais Monica sempre participava ora tocando flauta doce, ora tocando piano e quase sempre cantando. Seu aprendizado de canto se deu de forma tão natural que ela admite não se lembrar quando começou a cantar.

Aos 13 anos trocou o piano pelo violão e o clássico pelo popular. Nas rodas de amidos sempre convidada para tocar, e estes já percebiam que Monica possuía aquele “algo mais! E que cantar apenas para pequenos grupos não a contentaria por muito tempo. Alguns  anos depois, Monica participava de seu 1º festival e conquistava seu 1º Troféu como Melhor Intérprete. Depois deste, vieram muitos outros: 32 prêmios de Melhor Intérprete nos 32 Festivais dos quais participou. O último deles conquistado no Canta Nordeste 1996, semifinal de Itabuna, com a música “Oração da Aldeia”.

Mas não foi apenas nos Festivais que Monica construiu sua carreira. Ela desenvolve um trabalho solo baseado na melhor tradição melódica da música popular brasileira: seu repertório vai de Villa Lobos a Caetano Veloso, passando pelos cantadores de Minas Gerais. Seu canto tem personalidade, estilo, qualidade interpretativa e um profundo sentimento.

Por fim, a longa trajetória trilhada por Monica desde os primeiros concerto caseiros, passando por suas participações em Festivais, pelas apresentações em espaços alternativos, depois nos pequenos teatros, até chegar aos eventos de prestígio como a Terça da Boa Musica – Teatro Acbeu/Salvador-Ba, foi burilando sua arte, dando-lhe referenciais claros e convicções maduras daquilo que a intérprete quer expressar através de seu canto.

O talento de Monica Albuquerque demonstra que estamos diante de um trabalho capaz de atingir seu nicho de mercado, de fazer sucesso, de obter visibilidade, de marcar presença e abrir os horizontes da carreira de uma grande intérprete.

Admiração tem sido o elo comum a todos os que ouvem Monica. Sobre ela, nos últimos anos colhemos os seguintes depoimentos:

“Sua forma de interpretar é refinada, mas fica longe do “elitismo” tão comum a certas cantoras  que conheci”.

“Sua forma de interpretar é refinada, mas fica longe do “elitismo” tão comum a certas cantoras  que conheci”.

Xangai

 

“ Quando a escutei pela primeira vez sofri uma espécie de encantamento! Ela nos magnetiza como uma sereia. Na mesma noite eu a convidei para participar de meu trabalho”.

Décio Marques

 

“Um dia chamei a atenção para Monica Albuquerque. Hoje chamo de novo. Escutem-na. Escutem a alta qualidade de sua voz educada e cheia de sentimento”.

Ildásio Tavares

 

Tenho uma grande admiração por sua voz. Ela promete muito! Foi um prazer ter trabalhado com ela na gravação de meu disco “América Neblina”, onde ela canta a faixa título e também “Fulorá”. Ela é extremamente profissional e super criativa. Percebe no ar o espírito das músicas”.

Fábio Paes

 

Que preciosidade! É uma voz que vai até a alma das pessoas! Magnifica!

Osmar Macedo

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